OldHabblet — De frente com Gaspar!
Venha descobrir um pouco mais sobre o locutor e gestor Gaspar, que faz a nossa rádio acontecer!
Por .:mochi:. ·

Gaspar
Por trás de cada música, brincadeira e momento de diversão transmitido pela nossa rádio, existe alguém que dá vida à programação e faz a diferença para quem está do outro lado. Desta vez, é hora de conhecer melhor Gaspar, uma das vozes que ajudam a tornar nossas locuções ainda mais divertidas e especiais.
Com seu jeito espontâneo, bom humor e uma seleção musical cheia de personalidade, Gaspar já deixou sua marca entre os ouvintes. Mas quem é o locutor quando os microfones estão desligados? Nesta entrevista, vamos conhecer um pouco da sua história, descobrir curiosidades sobre sua trajetória e relembrar momentos que fizeram parte dessa caminhada.
Então, aumente o volume e venha conhecer melhor quem está por trás dessa voz!
Gaspar: O Gaspar fora do Habblet é basicamente um nerd apaixonado por tecnologia, mas que atualmente tem três grandes paixões: culinária, tecnologia e lutas.
Minha rotina é bem engraçada. Geralmente, acordo atrasado para praticamente qualquer compromisso, já virou parte da rotina. Quando acordo, uma das primeiras coisas que faço é pesquisar as notícias do momento, principalmente coisas como o preço do dólar e assuntos relacionados à tecnologia.
Na maior parte do tempo, estou pesquisando novas ferramentas para o trabalho, descobrindo alguma coisa nova ou simplesmente me distraindo com aquelas novelinhas do TikTok inclusive, estou esperando sair o próximo episódio. KKKKKKKK

Gaspar: Conheci em uma call com alguns amigos em 2025. Na época, entramos em vários jogos e acabamos ficando por aqui para ouvir a rádio enquanto jogávamos LoL. O que me fez continuar foi justamente a variedade de rádios: quando eu enjoava de uma, simplesmente mudava para outra. Naquela época, eu nem sabia que existiam locutores, então achava que era só colocar a rádio e deixar tocando.
Gaspar: Deixou de ser apenas um joguinho quando comecei a fazer amizades fora dele. Foi nessa época que conheci o Edyzeira, a -Camiss e a Ulhi.
O que eu mais gostava naquela época era ficar ouvindo os três. E, de certa forma, minha primeira experiência no jogo permanece até hoje: sou totalmente inexperiente com praticamente tudo. Não sei fazer quartinhos, não sei mexer com Wired e, até para criar um visual, foi uma verdadeira luta. Comecei a ficar mais próximo da comunidade quando me tornei jornalista. Na época, eu fazia tópicos sobre curiosidades do hotel e, com isso, acabei aprendendo muita coisa sobre a comunidade, sobre o próprio hotel e sobre tudo que acontecia por aqui.
Gaspar: Sempre fui muito tímido para me comunicar com o pessoal. Porém, nas calls com meus amigos, eu fingia que estava locutando para eles, mandava áudios brincando e ficava fazendo graça como se estivesse em uma rádio de verdade.
Até que chegou o dia em que finalmente abri o ticket... e, para a minha infelicidade, fui aprovado. KKKKKKK. Aí não teve jeito: precisei me preparar para fazer minha estreia.
Gaspar: Na minha estreia, eu estava praticamente sem voz, totalmente gripado e, para completar, muito nervoso. Depois da estreia, ainda fiz duas horas seguidas na madrugada. Eu estava em casa, tocando uns funks, especialidade da casa, mas foi bem sofrido. Eu era extremamente tímido e estava tentando me soltar aos poucos, então cada minuto no ar era uma luta. KKKKK
Gaspar: Eu desenvolvi minha identidade com base no meu dia a dia, usando frases que já fazem parte do meu jeito de falar, como “certu”, “caboloso” e “MÓ DÓ”, que acabaram virando uma marca registrada na minha locução.
Também venho acompanhando um programa há bastante tempo e percebo que tenho uma personalidade muito parecida com a do apresentador. Além disso, me inspiro bastante nos locutores da Old, como o Edy, o Mesk e o Morthe, que também contribuíram para eu desenvolver meu próprio estilo.
Gaspar: Pra mim, não é só ter uma voz bonita. Se fosse assim, bastava colocar uma voz bonita pra tocar e pronto kkkkk.
Acho que saber conversar é essencial. Você precisa ter personalidade, saber improvisar e entender o momento. Às vezes uma música pede uma chamada mais animada, outras vezes cabe uma brincadeira ou até uma interação com quem está ouvindo.
Eu mesmo gosto de usar coisas que fazem parte do meu jeito de falar, como “certu”, “caboloso” e “MÓ DÓ”. São pequenas coisas, mas acabam criando uma identidade. Quando o ouvinte escuta, ele já sabe quem está falando.
Gaspar: Acho que foi quando eu locutei de madrugada e conseguimos pegar o Top 1. Foi um momento muito marcante pra mim, principalmente porque pude colocar o estilo de música que mais gosto, que é o funk, e ainda tivemos uma baita interação dos ouvintes.
Tiveram alguns errinhos bobos, coisa normal de quem está começando kkkkk, mas isso também faz parte da experiência. Na verdade, toda locução acaba sendo marcante pra mim.
Gaspar: Eu gosto muito de colocar Nelly Furtado – Maneater. Essa música me dá uma animação que eu nem sei explicar kkkkk. É daquelas que começam a tocar e já muda o clima na hora.
Inclusive, fica a recomendação: escutem Maneater, hein habbletianos
⚡ Pingue-pongue rápido!
Responda com a primeira coisa que vier à cabeça:MC Kevin - O menino encantou a quebrada
Funk
Eu gosto de todos os ProibidaOH
Estreia na locução sem duvidas, o Aqualedi viu kkkkkkkkk
Morthe
Um podcast com os amigos, com muita resenha, música e entrevistas também, no estilo dessa aqui hahaha. Acho que seria muito divertido juntar a galera, trocar ideia, contar histórias e, claro, dar aquela zoada básica no meio.
Inesperada. Nunca imaginei que eu fosse chegar até aqui. Comecei de uma forma bem tímida, brincando de locução e tentando perder a vergonha, e hoje já tive momentos que jamais imaginaria viver, como pegar Top 1 em uma madrugada. Foi uma trajetória cheia de aprendizados, resenhas, erros, acertos e, principalmente, muita diversão.
Gaspar: Não tenha medo de começar. No início você vai errar, vai ficar nervoso, pode até travar na hora H ou achar que não leva jeito, e tudo bem, faz parte do processo. Eu mesmo comecei super tímido, e se tivesse deixado a vergonha falar mais alto, provavelmente nem estaria aqui hoje contando essa história. Com o tempo você vai achando seu jeito, sua identidade, aquilo que faz a sua locução ser só sua.
Pra quem quer entrar pra equipe, meu conselho é simples: chegue de coração aberto, participe, converse com a galera, aproveite as oportunidades que aparecerem. Não precisa chegar sabendo tudo, ninguém sabe. Você aprende é no dia a dia, fazendo.
Comente quem deve ser o próximo entrevistado!